O piloto apostou tudo na Classe SKI GP3, onde desde o primeiro dia na pole position foi o mais rápido fazendo então o melhor tempo com diferença de uma centésima de segundo para o segundo classificado.
No segundo dia, venceu a primeira manga do início ao fim da corrida e na segunda manga fez um segundo lugar, assumindo que escolheu “mal o circuito alternativo que lhe custou uma posição”.
Entrando no último dia de corrida com tudo em aberto, com os três pilotos a terem hipótese de serem campeões, no arranque não saiu muito bem, acabando a manga no quarto lugar.
Com tudo isto, Gonçalo Rodrigues termina esta participação no segundo lugar, tornando-se vice-campeão do Mundo em Ski GP3.
Em Ski GP2, classe que participou “para ganhar rodagem para preparar melhor 2022”, Gonçalo Rodrigues alcançou o 4.º lugar.
Ao “Correio dos Açores”, o piloto faz um balanço muito positivo desta participação, mesmo sabendo que “poderia ter conseguido melhor na Classe SKI GP2, principalmente na primeira manga”.
Mais disse que foi para “o Mundial muito bem fisicamente e confiante para lutar pelo título”, embora também “soubesse que a concorrência estava fortíssima”.
“Globalmente estou bastante satisfeito, apesar de alguns azares que tive nas últimas corridas. Senti sempre um enorme apoio dos portugueses presentes no Mundial e só tenho ficar agradecido por todo a ajuda e companheirismo. Agradeço de igual forma todos os meus patrocinadores, sem eles não conseguiria manter o meu nível desportivo, mas também quero destacar o excelente trabalho de meus mecânicos, Miguel Menezes, João Neves e Emanuel Oliveira, que a uma semana do Mundial, e depois de ter partido o motor na prova de Peso da Régua, do Campeonato Nacional, lutaram contra o tempo, mas ficou tudo a 100%”.
CA/MN

Sem comentários:
Enviar um comentário