45ª edição da Taça de São Miguel de futebol
OPERÁRIO, 1 - RABO DE PEIXE, 5
Rabo de Peixe conquista a taça de S. Miguel ao golear o Operário
A 45.ª edição da Taça de São Miguel de futebol teve como vencedora a equipa do Desportivo de Rabo Peixe, que na final goleou o Operário por 5-1.
Foi a segunda vez que o clube da costa norte de São Miguel conquistou a Taça de São Miguel, considerada a segunda competição mais importante organizada pela Associação de Futebol de Ponta Delgada (AFPD). Na outra ocasião em que o Desportivo de Rabo Peixe venceu, foi na temporada de 20002/2003.
O Operário já ganhou a Taça de São Miguel por 4 vezes, tendo conquistado a última na época de 2016/2017, depois de derrotar, na final, a equipa do Santa Clara por 1-0. O clube “fabril” tem na sua posse mais três taças de São Miguel, ganhas em 1988/89; 1990/91 e 1991/92.
O Desp. Rabo Peixe para chegar à final afastou na 1.ª eliminatória o Marítimo, no prolongamento, por 5-3. No jogo dos quartos-de-final venceu o Desportivo de São Roque por 2-1 e, por fim, nas meias-finais, eliminou o Vale Formoso, por 2-1.
Esta foi uma goleada histórica do Desportivo de Rabo Peixe perante um Operário que nos pareceu uma equipa bastante debilitada e algo amorfa, quiçá pelo desfecho conhecido com a descida na próxima época ao Campeonato de Futebol dos Açores. Um conjunto sem soluções atacantes, bastante frágil no sector defensivo, apresentando a equipa um sistema completamente alterado. Mesmo assim, valeu a prestação eficiente de João Botelho, que, apesar dos cinco golos sofridos, evitou um “score” ainda mais volumoso.
A primeira parte foi equilibrada, como atesta o resultado de 1-1. A primeira ameaça foi por Caniggia (9’), igualando o Operário na sequência de um pontapé de canto (22’). Mamadu Camará, perdulário, teve duas boas oportunidades desperdiçadas (4’ e 19’).
O Desportivo de Rabo Peixe entrou para a segunda metade com outra atitude, apontando mais quatro golos. Ao minuto 50 Mário Jorge deu início a um período verdadeiramente demolidor do emblema de Rabo de Peixe, que só terminou aos 83’ quando Valtinha fechou a “loja” com um monumental golo, deixando João Botelho estático entre os postes.
O Operário já ganhou a Taça de São Miguel por 4 vezes, tendo conquistado a última na época de 2016/2017, depois de derrotar, na final, a equipa do Santa Clara por 1-0. O clube “fabril” tem na sua posse mais três taças de São Miguel, ganhas em 1988/89; 1990/91 e 1991/92.
O Desp. Rabo Peixe para chegar à final afastou na 1.ª eliminatória o Marítimo, no prolongamento, por 5-3. No jogo dos quartos-de-final venceu o Desportivo de São Roque por 2-1 e, por fim, nas meias-finais, eliminou o Vale Formoso, por 2-1.
Esta foi uma goleada histórica do Desportivo de Rabo Peixe perante um Operário que nos pareceu uma equipa bastante debilitada e algo amorfa, quiçá pelo desfecho conhecido com a descida na próxima época ao Campeonato de Futebol dos Açores. Um conjunto sem soluções atacantes, bastante frágil no sector defensivo, apresentando a equipa um sistema completamente alterado. Mesmo assim, valeu a prestação eficiente de João Botelho, que, apesar dos cinco golos sofridos, evitou um “score” ainda mais volumoso.
A primeira parte foi equilibrada, como atesta o resultado de 1-1. A primeira ameaça foi por Caniggia (9’), igualando o Operário na sequência de um pontapé de canto (22’). Mamadu Camará, perdulário, teve duas boas oportunidades desperdiçadas (4’ e 19’).
O Desportivo de Rabo Peixe entrou para a segunda metade com outra atitude, apontando mais quatro golos. Ao minuto 50 Mário Jorge deu início a um período verdadeiramente demolidor do emblema de Rabo de Peixe, que só terminou aos 83’ quando Valtinha fechou a “loja” com um monumental golo, deixando João Botelho estático entre os postes.
Uma final que valeu, sobretudo, pelo segundo tempo, onde o ataque da equipa comandada por Duarte Borges foi mortífero, deixando a formação “fabril” KO. Caniggia, Mário Jorge, José Eduardo e Valtinha foram verdadeiras flechas apontadas à baliza contrária.
O técnico do Operário, André Branquinho, denotava um semblante carregado e não acreditava no que estava a ver. O melhor que a sua equipa fez na etapa complementar foi um remate perigoso de Ruizinho Furtado, de fora da área, defendido para canto por Gustavo Cunha. Muito pouco para uma equipa com jogadores de gabarito superior ao opositor.
Alguns erros, nomeadamente na não marcação de algumas faltas que efetivamente existiram, não beliscam, porém, o trabalho acertado do jovem árbitro João Paulo Branco. Uma escolha acertada do Conselho de Arbitragem.
Ficha de Jogo:
Estádio de São Miguel, com público em número apreciável, tempo ótimo para a prática do futebol.
Equipa de arbitragem constituída por João Paulo Branco, assistido por Márcio Almeida e Carlos Medeiros, sendo João Miguel Silva o 4º árbitro
O técnico do Operário, André Branquinho, denotava um semblante carregado e não acreditava no que estava a ver. O melhor que a sua equipa fez na etapa complementar foi um remate perigoso de Ruizinho Furtado, de fora da área, defendido para canto por Gustavo Cunha. Muito pouco para uma equipa com jogadores de gabarito superior ao opositor.
Alguns erros, nomeadamente na não marcação de algumas faltas que efetivamente existiram, não beliscam, porém, o trabalho acertado do jovem árbitro João Paulo Branco. Uma escolha acertada do Conselho de Arbitragem.
Ficha de Jogo:
Estádio de São Miguel, com público em número apreciável, tempo ótimo para a prática do futebol.
Equipa de arbitragem constituída por João Paulo Branco, assistido por Márcio Almeida e Carlos Medeiros, sendo João Miguel Silva o 4º árbitro
OPERÁRIO: João Botelho; Ronald Ramirez, Hidélvis Jardim, Digas (Patricio Coelho, aos 67´) e Hugo Simões; Gonçalo Reyes, Dani Sousa (cap), (Kim Yea-il, aos 67’), Manuel Câmara (João Brum, aos 75’) e Ruizinho Furtado; Mamadu Camará e Sele Davou.
Suplentes não utilizados: Hugo Viveiros, Lee Dongook, Miguel Machado e Jorginho.
Disciplina: Cartão “amarelo” para Digas (24’), Dani Sousa (39’), Sele Davou (70’) e João Brum (90’+1)
Treinador: André Branquinho
DESP. RABO DE PEIXE: Gustavo Cunha; Tiago Resendes, Eurico Ponte, Leandro Costa (Fábio Amaral, aos 90’) e Ricardo Lelé; João Flor (cap), Emanuel Costa, Mário Jorge (Luís Flor, aos 86’) e José Eduardo (Luís Filipe, aos 88’); Caniggia e Valtinha
Suplentes não utilizados: Rodrigo Botelho, João Pacheco, Duílio Faria e Nuno Laró.
Disciplina: Cartão “amarelo” para Emanuel Costa (66’) e Leandro Costa (68’).
Treinador: Duarte Borges.
Ao intervalo: 1-1.
Ao intervalo: 1-1.
Resultado final: 1-5.
Marcadores: José Eduardo (10’ e 63’), Mário Jorge (50’ e 77’) e Valtinha (83’); Hidélvis Jardim (22’).
Escrito por José Luis Tavares/CA/MN 












