FPF esclarece “caso” Operário/Caldas:
Processo ainda decorre
A Federação Portuguesa de Futebol noticiou, no seu sitio da internet, que o “caso” do jogo Operário-Caldas ainda não está encerrado.
“Face a várias notícias que dão conta que o processo que opõe o Caldas ao Operário, relativo ao jogo da segunda eliminatória da Taça de Portugal já estará resolvido, a Federação Portuguesa de Futebol esclarece que o processo em causa se encontra sob a alçada do Conselho de Disciplina que tomará uma decisão em tempo oportuno”, lê-se na nota informativa.
Esta informação não significa que, devido aos desenvolvimentos recentes, motivados pela introdução de novos dados, o Operário venha a perder o jogo (3-0) que venceu em campo por 3-1; sofra uma penalização pecuniária entre 1500 e 2500 euros e que o guarda-redes João Botelho sofra uma penalização temporária, que pode atingir os 3 meses como pena máxima.
Apesar de se saber que a Associação de Futebol de Ponta Delgada (AFPD) assumiu o erro por ter indicado na defesa do Operário que o jogo foi a 23 de Agosto, quando efectivamente foi a 18 e João Botelho só foi inscrito 4 dias após a realização da partida da Taça Amizade, o processo tem de ser reanalisado e proferido novo acórdão.
A reconfirmar a assumpção do erro, o Operário dispensou as alegações a que tinha direito, por concordar que na realidade houve um erro do Gabinete Técnico da AFPD na comunicação ao Conselho de Disciplina sobre a data do desafio.
O recurso do Caldas para Conselho de Justiça teve uma análise sumária, o que motivou a notícia veiculada no site do clube das Caldas da Rainha, mas foi decidido que todo o processo seja reapreciado pelo Conselho de Disciplina Não Profissional. Este “voltar à primeira forma” deve-se, precisamente, à necessidade de analisar os novos dados e tentar apurar os factos que motivaram o erro inicial de uma informação que não correspondia à verdade.
Enquanto não for proferido um novo acórdão, com as sanções para o Operário e a declaração oficial da qualificação do Caldas, não pode ser marcado o desafio da 3ª eliminatória da Taça de Portugal com o Coimbrões.
“Face a várias notícias que dão conta que o processo que opõe o Caldas ao Operário, relativo ao jogo da segunda eliminatória da Taça de Portugal já estará resolvido, a Federação Portuguesa de Futebol esclarece que o processo em causa se encontra sob a alçada do Conselho de Disciplina que tomará uma decisão em tempo oportuno”, lê-se na nota informativa.
Esta informação não significa que, devido aos desenvolvimentos recentes, motivados pela introdução de novos dados, o Operário venha a perder o jogo (3-0) que venceu em campo por 3-1; sofra uma penalização pecuniária entre 1500 e 2500 euros e que o guarda-redes João Botelho sofra uma penalização temporária, que pode atingir os 3 meses como pena máxima.
Apesar de se saber que a Associação de Futebol de Ponta Delgada (AFPD) assumiu o erro por ter indicado na defesa do Operário que o jogo foi a 23 de Agosto, quando efectivamente foi a 18 e João Botelho só foi inscrito 4 dias após a realização da partida da Taça Amizade, o processo tem de ser reanalisado e proferido novo acórdão.
A reconfirmar a assumpção do erro, o Operário dispensou as alegações a que tinha direito, por concordar que na realidade houve um erro do Gabinete Técnico da AFPD na comunicação ao Conselho de Disciplina sobre a data do desafio.
O recurso do Caldas para Conselho de Justiça teve uma análise sumária, o que motivou a notícia veiculada no site do clube das Caldas da Rainha, mas foi decidido que todo o processo seja reapreciado pelo Conselho de Disciplina Não Profissional. Este “voltar à primeira forma” deve-se, precisamente, à necessidade de analisar os novos dados e tentar apurar os factos que motivaram o erro inicial de uma informação que não correspondia à verdade.
Enquanto não for proferido um novo acórdão, com as sanções para o Operário e a declaração oficial da qualificação do Caldas, não pode ser marcado o desafio da 3ª eliminatória da Taça de Portugal com o Coimbrões.

Sem comentários:
Enviar um comentário