quarta-feira, 19 de abril de 2017

Domingo de Páscoa com danças tradicionais açorianas

Centro Cultural Português de Mississauga:
Tradicionais Danças Pascais á moda da Ilha Terceira
O Centro Cultural Português de Mississauga abriu as suas portas no passado domingo de Páscoa para receber mais uma vez as tracionais Danças de Páscoa á moda da ilha Terceira nos Açores.
As Danças Pascais de Pandeiro e Espada aconteceram em dois locais na cidade de Mississauga concretamente no St. John´s Hall pela organização do Portuguese Canadian Integration Movement (PCIM) – 1ª Irmandade de Mississauga e no Centro Cultural Português de Mississauga (CCPM), onde desfilaram em palco oito (8) danças de pandeiro e espada sete do Ontário e uma da Califórnia dos Estados Unidos da América. Esteve presente mais uma dança vindos da América com dois grupos de homens e mulheres mas tiveram que ir embora e não atuaram devido á hora e atraso das mesmas danças e no lugar de dez danças passou para oito.
O salão nobre do CCPM, recebeu uma enhente de pessoas amantes e apreciadores desta tradição na maioria oriendos da ilha Terceira para passarem o domingo de Páscoa em família, tal como acontecia na sua terra natal, porque as tradições não devem morrer, e os filhos e netos estão a dar continuidade as estas tradições aqui no norte da América e Canadá, é o que acontecido e temos visto aqui nos nossos clubes e associações.
Foi servido um almoço a todas as pessoas que decidiram passar o Domingo de Páscoa no clube de Mississauga como é mais conhecido, que depois da refeição o presidente do executivo Tony de Sousa, deu as boas vindas e desejou uma Feliz Páscoa a todos os presentes, e apresentou ao longo da tarde as respetivas oito danças que atuaram no palco do clube.

Pelas 3 horas da tarde deram início á maratona de Bailinhos que perduraram até ás onze horas da noite, começando com o primeiro – ´´Bailinho de Mississauga´´, que apresentaram com tema; ´´Rui Garcia´´ e como mestre, Nicholas Mendes com música do próprio grupo.

A segunda atuação foi do CCPM com a ´´Dança de Espada´´, que apresentaram o tema, ´´Vidas Amarguradas´´, escrito por João Mendonça, como o mestre, Brian Brasil e com coreografia e guarda-roupa  de Kayla Toste, ensaiados pelos próprios elementos do grupo.
A terceira foi a ´´Dança da Graciosa´´, que apresentaram o tema ´´O que será o Futuro´´, escrito por, João Mendonça, com as mestres de dança; Alisha Pacheco, Chantel Pacheco, Jessica da Silva e Olivia da Silva, com música de Brian Pacheco.
O Quarto bailinho foi ´´Sempre a abrir no Caloura´´, com o tema ´´As aflições do João´´, com o assunto e cantigas escrita por Mark Fermnandes com musica de Bruno Silva e Rubem Martins.
O quinto bailinho foi apresentado pelo ´´Grupo dos Amigos da Terceira´´ com Dança de Pandeiro, com o tema e cantigas , escrito pelo Armindo Amarante com dois jovens mestres de dança, Bruno Amarante e Diogo Silva, com a música feita pelos músicos, que teve com ensaiador o Francisco Borba e os arranjos de cabelos de Joana Flores.

A sexta atuação vieram dos EUA com a ´´Dança da Califórnia´´, como tema ´´Ai que o velho já acordou´´ escrito pelo autor Hélio Costa, drigida pela mestre Cátia Rocha, e como responsáveis  e apresenadora Fátima Maciel, Lúcia Rocha e Manuel Monteiro
A sétima dança foi o ´´Bailinho das Senhoras de 2017´´, que trouxeram o tema: ´´Com elas é que sáo Elas´´, escrita pelo autor, Tiago Clara, e como mestra Luísa Fraga e sua filha e musica do grupo. A letra das cantigas de saudação e despedida por Carla Branco, letra das cantigas no fim de cada cena por Filomena Melo. Este assunto tiveram tr~es cenas e cada uma das cenas tiveram um coméço e um fim. O grupo foi compsto por 37 elementos.

E finalmente a oitava foi as ´´Danças dos Amigos das Tradições da Terceira´´, que foi ensaiados no Pico Sports Bar da Rogers, que apresentasram o tema, Gente tola e tiros, parades bem altas´´, com o mestre Bruno Fisher, musica de Manny Ramos, com o assunto escrito por Roberto Picanço, que tiveram como ensaiador, José Ramos e o grupo.
Estas danças pascais á moda da ilha Terceira têm como tradição animar a população com o teatro amador e histórias que acontecem no nosso dia-a dia, que tocam em assuntos, politicos, religiosos ou da vida de uma comunidade onde quer que estejam, tudo em jeito de brincadeira e boa disposição, diz-se as verdades brincando e toca-se em certos assuntos por vezes bastantes delicados como foi o tema de uma trágia familiar com ´´Vidas amarguradas´´ do bailinho do CCPM, mas também o último grupo trouxe-nos boa disposição com mexicanos e americanos devidos com o paredes bem altas uma referencia ao murro que o presidente dos EUA Donald Tromp quer erger na fronteira com o México.

No final o presidente Tony Sousa adiantou que estas danças não vão morrer, porque como viram os jovens que participaram nestes bailinhos, alguns de três gerações de terceirenses que trazem no sangue e o reviver desta linda tradição do teatro amador terceirense, tal como apresentou o ´´Grupo de Amigos da  Terceira´´ com a dança de pandeiro com o grupo todos jovens e crianças. Foi imprecionante a sua atuação e apresentação de grandes talentos em palco, com um jovem mestre de palmo e meio de grande talento, Bruno Amarante que cantou corretamente em português e seu colega Diogo Silva, dançaram a dança de Pandeiro. Bravo!
Para ano haverá mais e melhor adiantou o presidente, que terminou com um até para o ano de 2018, se Deus quizer.
JGS

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