Fabris recordam Jaime Graça e Marinho
Jogadores do Operário das
épocas 1992/93 e 1993/94 juntaram-se para um jogo de homenagem a Jaime Graça e
Marinho. Iniciativa promoveu o reencontro de alguns que não se viam há mais de
uma década.
Os jogadores que representaram o Operário
nas temporadas 1992/93 e 1993/94 reuniram-se por iniciativa de Pedro Pauleta
para um jogo de homenagem a Jaime Graça e Marinho, treinador e massagista dos
fabris recentemente falecidos. A iniciativa juntou cerca de duas dezenas de
atletas e promoveu o reencontro entre alguns deles que não se viam há cerca de
dez anos.
Tudo começou numa conversa entre Pedro
Pauleta e Vítor Simas. «Tínhamos uma amizade muito grande pelo Jaime Graça e
pelo Marinho, todos nós gostávamos deles e numa conversa com o Vítor Simas
surgiu a ideia de promovermos o reencontro dos jogadores que trabalharam com
eles na década de 90 e realizar-lhes um jogo de homenagem», recordou Pedro
Pauleta.
Entre eles estava Luís Soares, agora com
35 anos, mas na altura tinha apenas 16. Era um jovem e é, actualmente, o único
que ainda compete. O lateral direito do Operário guarda boas recordações de
Jaime Graça e de Marinho. «Tinha 16 anos e já jogava nos seniores… Estar aqui é
recordar duas pessoas que gostavam muito de brincar e que estavam sempre
alegres. Se hoje sou o homem e o jogador que sou devo-o ao tio Jaime», recordou
o actual capitão fabril.
Para a posteridade, ficam os nomes
daqueles que se associaram à iniciativa: Manuel Avelar (presidente do Operário
na década de 90), Gilberto Branquinho (actual presidente), Marco Medeiros, Luís
Tavares, Luís Filipe, Luís Soares, Paulo Matos, Mário, Paulo Eduíno, João
Freitas, Luís Rebelo, Brinco, Barroso, Django, Vítor Simas e Pedro Pauleta. Em
virtude das ausências de Miguel Ferreira e Barata, por motivos profissionais,
Jorge e Bruninho (funcionários da Fundação Pauleta) completaram o lote de
dezasseis jogadores que participaram na partida de homenagem a Jaime Graça e
Marinho.

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