domingo, 31 de maio de 2009

Final da Taça de Portugal: FC Porto faz dobradinha


FC Porto, 1 - Paços de Ferreira, 0
FC Porto conquista Taça e faz ‘dobradinha’
O FC Porto conquistou esta tarde, pela 14ª vez na sua história a Taça de Portugal em futebol, ao vencer o estreante Paços de Ferreira por 1-0, na final da 69ª edição, realizada no Estádio Nacional, em Lisboa. Esta é a sexta dobradinha dos portistas.
Um golo do avançado internacional argentino Lisandro Lopez, logo aos seis minutos, valeu o troféu aos portistas, que continuam no terceiro lugar no ‘ranking', atrás de Benfica (24 títulos) e Sporting (15).Com a vitória no Jamor, o conjunto ‘azul-e-branco' somou também a sexta ‘dobradinha' (campeonato e Taça) da sua história - o Sporting também soma seis e o Benfica nove -, depois das conseguidas em 1955/56, 87/88, 97/98, 2002/2003 e 2005/2006.As restantes vitórias na Taça de Portugal aconteceram em 1957/58, 67/68, 76/77, 83/84, 90/91, 93/94, 1999/2000 e 2000/2001.Na próxima temporada, o FC Porto vai disputar a Liga dos Campeões, tendo entrada directa na fase de grupos, enquanto que o Paços de Ferreira rumará à Liga Europa, entrando, face ao desaire desta tarde, na segunda pré-eliminatória.
Jogo no Estádio Nacional, no Jamor.
Árbitro: Paulo Costa (Porto).
Equipas:
FC Porto: Nuno Espírito Santo, Fucile, Rolando, Bruno Alves, Cissokho, Fernando, Mariano (Tomás Costa, 69), Raul Meireles, Christian Rodriguez (Guarín, 88), Lisandro e Hulk (Farías, 90).
(Suplentes: Ventura, Pedro Emanuel, Guarín, Tarik Sektioui, Farías, Tomás Costa e Sapunaru.)
Paços de Ferreira: Cássio, Ricardo, Danielson, Kelly, Jorginho, Filipe Anunciação, Dedé (Ferreira, 72), Pedrinha (Chico Silva, 79), Rui Miguel, Prieto (William, 65) e Cristiano.
(Suplentes: Pedro, Chico Silva, Ozeia, Paulo Sousa, William, Ferreira e Carlos Carneiro.)
FC Porto - Paços de Ferreira, 1-0.
Ao intervalo: 1-0.
Marcador: 1-0, Lisandro, 06 minutos.
Acção disciplinar: cartão a amarelo a Christian Rodriguez (83), Jorginho (86) e Filipe Anunciação (90+3).
Assistência: cerca de 30.000 espectadores.
FC Porto chega à sexta ‘dobradinha’ e iguala Sporting

O FC Porto igualou este domingo o Sporting no número de ‘dobradinhas' no futebol português, ao juntar pela sexta vez o título de campeão nacional (24º) à Taça de Portugal (14ª), erguida esta tarde após a vitória sobre o Paços de Ferreira por 1-0.
Os ‘dragões', pela segunda vez tetracampeões nacionais, colocaram-se a três ‘dobradinhas' do recordista português na ‘especialidade', o Benfica, que não vence no mesmo ano o campeonato e a Taça de Portugal desde a longínqua época de 1986/87. No histórico das ‘dobradinhas', foi o Sporting o primeiro clube português a juntar os dois títulos principais, quando o húngaro Joseph Szabo venceu as duas competições na temporada 1940/41, mas o Benfica demorou apenas dois anos para imitar o rival lisboeta (1942/43), sob a batuta do húngaro Janos Biri. Os ‘leões' responderam em 1947/48, sob a comando de Cândido de Oliveira, e, entre 1953 e 1957, o futebol português viveu sob o signo das ‘dobradinhas', com o Sporting a abrir a ‘contagem' em 1953/54,permitindo que Joseph Szabo bisasse. Otto Glória igualou o húngaro com os sucessos do Benfica em 1954/55 e 1956/57 e, pelo meio, o brasileiro Dorival Yustrich levou o FC Porto a inscrever pela primeira vez o nome na cobiçada lista, em 1955/56.
Os três sucessos seguintes permitiram ao Benfica destacar-se na liderança da tabela, na qual ainda não foi apanhado: em 1963/64,pelo húngaro Lajos Czeizler, em 1968/69, com Otto Glória a fechar a conta pessoal, e, em 1971/72, por intermédio do inglês Jimmy Hagan. O Sporting encurtou distâncias em 1973/74, sob a orientação de Mário Lino, antes de se entrar em novo período bastante produtivo, com três ‘dobradinhas' consecutivas, a primeira das quais obtida pelo Benfica do húngaro Lajos Baroti, em 1980/81. O triunfo absoluto a nível interno do Sporting em 1981/82, sob a liderança do inglês Malcolm Allison, mediou os êxitos do Benfica em 1980/81 e 1982/83, este último pela mão de um dos mais apreciados treinadores ‘encarnados', o sueco Sven-Goran Eriksson, apontado agora como o técnico do candidato à presidência do Sporting Paulo Pereira Cristóvão. O inglês John Mortimore foi responsável pela última ‘dobradinha' do Benfica, em 1986/87, antes de o clube lisboeta passar o testemunho ao FC Porto. Com a vitória de hoje, o FC Porto garantiu a conquista de cinco das seis últimas ‘dobradinhas', em 1987/88 (pelo jugoslavo Tomislav Ivic), 1997/98 (António Oliveira), 2002/03 (José Mourinho) e 2008/09 (Jesualdo Ferreira), às quais apenas o Sporting do romeno Laszlo Boloni conseguiu responder, em 2001/02.
Historial das ‘dobradinhas':
Época Clube Treinador Nacionalidade
1940/41 Sporting Joseph Szabo Húngaro
1942/43 Benfica Janos Biri Húngaro
1947/48 Sporting Cândido de Oliveira Português
1953/54 Sporting Joseph Szabo Húngaro
1954/55 Benfica Otto Glória Brasileiro
1955/56 FC Porto Dorival Yustrich Brasileiro
1956/57 Benfica Otto Glória Brasileiro
1963/64 Benfica Lajos Czeizler Húngaro
1968/69 Benfica Otto Glória Húngaro
1971/72 Benfica Jimmy Hagan Inglês
1973/74 Sporting Mário Lino Português
1980/81 Benfica Lajos Baroti Húngaro
1981/82 Sporting Malcolm Allison Inglês
1982/83 Benfica Sven-Goran Eriksson Sueco
1986/87 Benfica John Mortimore Inglês
1987/88 FC Porto Tomislav Ivic Jugoslávia
1997/98 FC Porto António Oliveira Português
2001/02 Sporting Laszlo Boloni Romeno
2002/03 FC Porto José Mourinho Português
2005/06 FC Porto Co Adriaanse Holandês
2008/09 FC Porto Jesualdo Ferreira Português
Balanço: Benfica: 9. Sporting: 6. FC Porto: 6.
c/ Lusa

24º Carassauga 2009: Festival de Culturas


CARASSAUGA 2009 - PAVILHÃO DE PORTUGAL





Final da Liga dos Campeões Europeus


BARCELONA CAMPEÃO DA EUROPA

Messi, o melhor marcador da "Champions", festeja o segundo dos "culés", descalçando, de facto, a bota... (epa)
Barcelona 2 - Man. United 0
Barcelona novo Campeão Europeu de Futebol
O Barcelona bateu o Manchester United por 2-0 e venceu a final da Liga dos Campeões, em Roma.
Os catalães não deixaram que os "red devils" bisassem na "Champions" e conquistam o título europeu pela terceira vez, corolário de uma época de ouro, em que ganharam a Liga e a Taça de Espanha
O Barcelona bateu o Mancheeter United, por 2-0, no Estádio Olímpico de Roma, e sagrou-se Campeão Europeu de FutebolUm golo de Eto'o, aos 10 minutos, e outro de Messi, aos 70, deram o terceiro título europeu aos catalães.
Estádio Olímpico de Roma, na Itália.
Árbitro: Massimo Busacca (Suíça).
Equipas:- FC Barcelona: Victor Valdés, Carles Puyol, Gerard Piqué, Yaya Touré, Sylvinho, Xavi Hernández, Sérgio Busquets, Andrés Iniesta (Pedro Rodriguez, 93), Lionel Messi, Thierry Henry (Seydou Keita, 72) e Samuel Eto'o.
Suplentes: José Pinto, Martin Cáceres, Eidur Gudjohnsen, Bojan Krkic, Seydou Keiyta, Pedro Rodriguez e Marc Muniesa.
- Manchester United: Edwin van der Sar, John O'Shea, Nemanja Vidic, Rio Ferdinand, Patrice Evra, Michael Carrick, Ryan Giggs (Paul Scholes, 75), Anderson (Carlos Tévez, 46), Ji-Sung Park (Dimitar Berbatov, 66), Cristiano Ronaldo e Wayne Rooney.
Suplentes: Tomasz Kuszczak, Dimitar Berbatov, Nani, Paulo Scholes, Rafael, Jonny Evans e Carlos Tevez.
Acção disciplinar: Cartão amarelo para Piqué (16), Cristiano Ronaldo (78), Paul Scholes (80) e Vidic (94). Assistência: 75.000 espectadores.

sábado, 30 de maio de 2009

Marítimo conquistou a 25ª Taça da Madeira

FINAL DA TAÇA CORAL DA MADEIRA:
MARITIMO, 5 - CANIÇAL, 3
Marítimo conquistou a 25ª Taça da Madeira
O Marítimo ao vencer a formação do Caniçal por 5-3 na final da Taça da Madeira conquistou pela 25.ª vez o troféu. Um jogo que resultou num festival de golos, alguns de grande execução, e que animou o público que praticamente encheu a bancada central do Estádio dos Barreiros. Destaca-se a postura digna e competitiva da equipa que desceu há poucos dias à III divisão, atitude que valorizou o triunfo da equipa mais forte.
O Marítimo conquistou a sua 25.ª Taça da Madeira ao vencer o Caniçal por 5-3 na final que se disputou, ontem à noite, no Estádio dos Barreiros. Um jogo que registou uma boa assistência com a bancada central bem composta e que teve o privilégio de assistir a um festival de golos, alguns de belo efeito, apesar da fraca qualidade do futebol apresentado. Destaque para a boa postura e atitude competitiva da equipa terciária da zona leste que acabou por valorizar o triunfo dos verde-rubros. O jogo não podia ter começado da melhor forma para o Marítimo pois logo aos três minutos Miguelito abriu o marcador com um grande golo. O defesa/médio esquerdo arrancou um forte remate de fora da área com Ricardo impotente para travar a trajectória da bola a entrar junto ao segundo poste. Os verde-rubros continuaram a carregar o último reduto do Caniçal, que praticamente defendia com toda a equipa atrás da linha da bola, e naturalmente as oportunidades de golo foram surgindo. Depois de Babá (15) ter rematado ao poste na sequência de uma boa jogada de Miguelito, João Luiz (18) ampliou a vantagem com um chapéu sobre Ricardo, a culminar um passe de morte de Marcinho na zona central. Quem pensou que o jogo estava resolvido enganou-se. A formação de Luís Teixeira passou a subir mais no terreno e na sequência de um canto Álvaro (21) reduz a aproveitar um deslize da defesa verde-rubra. O jogo ganhava outro ânimo, não só no relvado como nas bancadas pois foram muitos aqueles que vieram do Caniçal. Antes do intervalo Marcinho (33) fez o 3-1, resultado que espelhava a produção das equipas.Os primeiros minutos da etapa complementar foram muito intensos muito por culpa do golo de Edu (50) que colocou o resultado em 3-2. O defesa direito do Caniçal arrancou uma “bomba” num livre directo a uns 35 metros da baliza de Marcelo. A equipa de Luís Teixeira galvanizou-se ainda mais e subiu no terreno dando outra dinâmica ao jogo. Uma postura que acabou por ajudar ao Marítimo a resolver o jogo com Miguelito (55) a fazer mais um grande golo com um remate cruzado a responder a cruzamento da direita. Logo de seguida João Luiz (58) fez o xeque-mate com o quinto golo verde-rubro a rematar de cabeça na área a concluir jogada entre Babá e Miguelito. Era notório a falta de frescura física de alguns jogadores do Caniçal, mas na sequência de mais uma bola parada Afonseca (78) reduziu para 5-3 aproveitando o mau posicionamento dos centrais verde-rubros. Vitória justa do Marítimo ante um Caniçal que teve uma boa postura competitiva e que lutou até ao limite da suas capacidades.Arbitragem regular. _______________________________________________________________________
Assembleia-Geral da Federação Portuguesa de Futebol assim o determinou

Série Madeira garantida, Secundários na Zona Sul
A Série Madeira foi aprovada na Assembleia-Geral Extraordinária da Federação Portuguesa de Futebol que decorreu ontem de manhã na sede do organismo presidido por Gilberto Madaíl.
O presidente da Associação de Futebol da Madeira, Rui Marote, marcou presença na reunião e mostrou-se satisfeito com o apoio percentual de “maioria absoluta” dado à criação da Série Madeira que recolheu 370 votos favoráveis de um universo de 500 “assinaturas”. Acrescem 72 votos contra a sua implementação e ainda 29 abstenções num novo modelo competitivo que entrará em vigor na próxima época.Neste novo enquadramento competitivo estarão representados 12 emblemas: o Porto-Santense, CSD Câmara de Lobos, AD Machico que, como se sabe, já estavam naquele escalão e ainda o CF União (recente vencedor do campeonato regional da I divisão). Junta-se-lhes os “regionais” Canicense, Porto Moniz, Estrela da Calheta, Andorinha, 1.º de Maio e Santacruzense e os despromovidos da Série A da II divisão da actual época: Ribeira Brava e Caniçal.
Clubes da II divisão na Zona Sul
No que toca aos clubes secundários o novo organigrama configura um “regresso ao passado” com a divisão geográfica do país a ser estabelecida em três “fatias” e com os madeirenses a voltarem, no primeiro ano, a ser incorporados na Zona Sul da II divisão, com as restantes colectividades a ocuparem os espaços da Série A e B. A nomenclatura ontem ratificada abarcará a recém-promovida AD Camacha, o União, SAD, UD Santana, Marítimo B e AD Pontassolense, com cada uma das séries a receber 16 equipas. Esta nova medida não restringirá, no entanto, as equipas madeirenses à Zona Sul, uma vez que haverá uma rotatividade, devendo os clubes da Madeira passar à Zona Centro e só depois voltar ao Norte.

D. Duarte de Bragança disse no passado domingo

Estatuto ideal para Açores e Madeira era "reino unido"
D. Duarte de Bragança disse este domingo que o estatuto político ideal para as regiões autónomas dos Açores e Madeira seria o de “reino unido”, como possuem a Escócia ou as Antilhas Holandesas.
“Os reinos unidos dão o máximo de autonomia com o máximo de unidade nacional”, sustentou o Duque de Bragança em declarações à Lusa à margem da sua participação na Coroação e Função do Senhor Espírito Santo da Santa Casa da Misericórdia de Angra.
D. Duarte de Bragança considerou que “o modelo de desenvolvimento dos Açores tem muito mais equilíbrio que o do continente” alegando que “as barbaridades feitas e os desperdícios monstruosos são muito menores aqui” [nos Açores].
“Tem havido muito mais cuidado na preservação da paisagem e da agricultura, enquanto no continente tem sido um vandalismo quase completo de destruição dos recursos, nomeadamente os paisagísticos e culturais”, sublinhou.
"Os Açores são o modelo e grande exemplo de preservação dos recursos e valores que temos”, disse.
Igualmente, acrescentou, “do ponto de vista ético e moral os Açores dão uma lição muito grande ao continente”, pelo facto de “haver muito mais responsabilidade e solidariedade”.
"Todos têm a aprender com a região”, sublinhou.
Sobre a situação política e económica, D. Duarte disse que “a maioria dos nossos compatriotas não aplica um raciocínio lógico à política”.
A política, adiantou, “faz-se por preconceito, clubismo e manifestam-se como republicanos sem saberem porque o são. Talvez porque sim, porque nasceram na república”.
Na sua opinião, “se usassem a lógica comparavam o sucesso das monarquias contemporâneas em toda a Europa com os problemas das repúblicas”.
“Assim perceberiam porque é que Portugal passou de um país de desenvolvimento razoável da Europa de 1900 para o país mais atrasado da Europa actualmente”, disse.
Isto é, frisou, “uma consequência do regime republicano que em cem anos levou Portugal para uma situação de grande atraso”.
O pretendente ao trono de Portugal, que se deslocou aos Açores a convite da Real Associação da Ilha Terceira vai manter encontros oficiais com o Representante da República para os Açores e presidentes das câmaras municipais de Angra do Heroísmo e Praia da Vitória.
D. Duarte estará presente na apresentação do livro “Dom Duarte e a Democracia – Uma Biografia Portuguesa” da autoria de Mendo de Castro Henriques.
Na Ilha Terceira D. Duarte visitou o Museu do Vinho e participou no 1º. Jantar do Rei destinado aos sócios da Real Associação e simpatizantes da causa monárquica.
Lusa/AO online

Liga de Honra/Vitalis: Santa Clara ''morre na Feira''


LIGA DE HONRA / VITALIS - 2008-2009:
Feirense, 1 - Santa Clara, 0
Nervosismo trai ambições de subida dos encarnados
Os jogadores do Santa Clara deixaram o Estádio Marcolino de Castro em lágrimas após terem falhado a subida à Liga Sagres de futebol, depois da derrota por 1-0 infligida pelo Feirense na última jornada da Liga Vitalis.
Um golo de Marco Cadete, aos 64 minutos, castigou o nervosismo com que a formação insular se apresentou num jogo que estaria obrigado a ganhar, tendo sido penalizada pela falta de discernimento com que o abordou.O primeiro tempo teve três períodos distintos, dois dos quais dominados pela equipa da casa, cuja táctica resultou claramente melhor que a do adversário, sendo que para este os três pontos eram absolutamente imprescindíveis.A equipa açoriana entrou muito nervosa e ficou mais atordoada com o início avassalador do Feirense, que aos dois minutos desperdiçou uma soberana oportunidade para abrir o marcador, quando Adilson surgiu isolado frente a João Botelho e atirou ao lado.Só ao minuto 20, e após outras duas oportunidades de golo do Feirense, o Santa Clara reagiu, com Nuno Santos a rematar cruzado e a ver a bola devolvida pelo poste.Na ressaca do lance, Wellington rematou para a baliza, mas o árbitro Paulo Costa assinalou falta do central brasileiro sobre um defensor feirense.O Feirense foi muito organizado, beneficiando de um 3x5x2 eficaz graças à mobilidade do seu meio campo em ajuda ao sector mais recuado, enquanto o Santa Clara manteve as suas linhas claramente definidas, mas com as defensivas muito recuadas e distantes da atacante.A equipa de Vítor Pereira apenas conseguiu chegar à baliza do adversário quando optou por um jogo mais directo, tentando aproveitar a eventual inferioridade numérica momentânea do sector mais recuado do Feirense, o que raramente aconteceu.O segundo tempo foi quase completamente diferente - “salvou-se” o nervosismo da equipa insular, perfeitamente espelhado na falta de ligação entre sectores, compensada com o jogo directo, que conduzia a bola para o meio da “floresta de pernas” na área do Feirense.Beneficiando da desunião do adversário, a equipa da casa jogava no contra-ataque, e num desses lances, decorridos 64 minutos, Adilson esgueirou-se pela esquerda e cruzou para a cabeça de Marco Cadete, que atirou a contar.O melhor espelho do sobressalto com que o Santa Clara jogava foi a expulsão do defesa central André Pinto, aos 79 minutos, depois de ter visto dois cartões amarelos consecutivos por protestos, dificultando ainda mais a tarefa da sua equipa.Nas poucas vezes em que os encarnados de Ponta Delgada conseguiram rematar, a bola esbarrou nas pernas da defesa feirense ou ficou pelas mãos do guarda-redes Tiago
Santa Clara "morre na Feira", U. Leiria sobe à Liga Sagres
O Santa Clara falhou a subida de divisão ao perder em Santa Maria da Feira. Ao vencer em Aveiro, o Leiria acaba em segundo e sobe à Liga Sagres juntamente com o campeão Olhanense. Boavista e Gondomar descem à II Divisão.

O Santa Clara falhou a subida à Liga Sagres ao perder em Santa Maria da Feira por 0-1 com o Feirense, golo apontado por Marco Cadete aos 65 minutos.
Ao perder com o Feirense e com a vitória da União de Leiria em Aveiro, foi a formação leiriense que conquista a segunda posição da Liga Vitalis e a consequente subida à Liga Sagres.
Estádio Marcolino de Castro.
Arbitragem de Paulo Costa (Porto)
Feirense: Tiago, Helder Castro, Luciano, Tércio, Jorge Leitão, Gabi, Vitinha, Marco Cadete, Bruno, Adilson e Leandro Perez.
Santa Clara: João Botelho, João Dias, Hernâni Tomás, André Pinto, Wellington, Stopira, Pacheco, Oliveira, Nuno Santos, Vouho e Rincón.
Depois de um quarto de hora de domínio feirense, o Santa Clara começa a sacudir a pressão e depois de Nuno Santos enviar uma bola ao poste, Wellington marcou aos 20 minutos mas o árbitro anulou o golo por falta do central brasileiro.
Aos 27 minutos, Vouho remata de fora de área, obrigando Tiago a defesa de recurso para canto.
Na resposta, e numa jogada rápida de contra-ataque, Tércio quase marcou para o Feirense.
Aos 32 minutos Vouho vê o cartão amarelo.
Jorge Leitão (Feirense), aos 33 minutos, remata forte mas por cima da trave da baliza defendida por João Botelho.
Jogada de ataque, ao primeiro toque, aos 35 minutos, culmina com remate de Nuno Santos para defesa segura de Tiago.
Aos 51 minutos, o golo por pouco não aconteceu para o Santa Clara. Rincón e Vouho atrapalharam-se na pequena área e foi um defensor a evitar o golo encarnado.
Na resposta, por pouco Jorge Leitão não marcava para o Feirense.
Aos 60 minutos Vitinha vê o cartão amarelo.
Aos 64 minutos Adilson vê o cartão amarelo.
Aos 65 minutos Marco Cadete cabeceia para o golo, após jogada conduzida por Adilson que assistiu o companheiro para o golo.
O treinador Vítor Pereira responde com a entrada do avançado Lico na partida.
Logo de imediato, o técnico encarnado coloca em campo Rui Gomes e Neto.
Francisco Chaló troca Tércio por Galhano.
Aos 72 minutos Adilson cabeceia à figura do guarda-redes João Botelho.
Aos 74 minutos Bruno vê o cartão amarelo.
Serginho entra na equipa do Feirense.
André Pinto, aos 80 minutos, expulso do encontro. Depois de ver o amarelo por palavras ao árbitro, o central manteve a conversa com o juiz, acabando por ver o segundo amarelo e consequente cartão vermelho.
Santa Clara joga com 10 atletas os últimos dez minutos da partida.
Tiago faz grande defesa aos 82 minutos, voando ao ângulo superior direito para evitar o golo encarnado, a remate de Lico.
Um minuto volvido, Serginho testa a concentração de João Botelho, com um remate desferido da esquerda.
Tiago, guarda-redes do Feirense, pela terceira vez no encontro, pede assistência.
Remate de Oliveira, aos 87, à figura de Tiago.
Marco Cadete, aos 88 minutos, vê o cartão amarelo.
Aos 89 minutos, num livre frontal, Lico atira ao lado.
Francisco Chaló, aos 90 minutos, faz a terceira alteração na equipa, entrando Moisés.
Rui Gomes, aos 90 minutos, vê o cartão amarelo.
Remate de Rui Gomes, aos 93 minutos, para defesa de Tiago.
Ao apito final de Paulo Costa, os jogadores encarnados deitaram-se no relvado lamentando o facto de terem falhado no jogo decisivo do campeonato.
Festa leiriense em Aveiro
Em Aveiro, aos 5 minutos, o União de Leiria inaugurou o marcador por intermédio de Cássio, o que coloca a turma leiriense, nesta altura, em vantagem sobre os encarnados de Ponta Delgada.
Aos 17 minutos, a União Leiria dilatou a vantagem no marcador, novamente por intermédio de Cássio.
Carlão, aos 29 minutos, colocou a União de Leiria a vencer por 0-3 em Aveiro, aproveitando da melhor forma as quatro ocasiões de golo que já dispões para marcar três tentos.
Aos 52 minutos, Fangueiro, na transformação de uma grande penalidade, marcou para o Beira-Mar, reduzindo para 1-3.
Após livre, e na recarga a primeiro remate de Fary, Rui Sampaio faz golo e reduz para 2-3 em Aveiro aos 75 minutos.
Após o final do desafio, os jogadores do Leiria fizeram a festa da subida de divisão no relvado do Estádio Municipal de Aveiro, juntamente com os adeptos que invadiram o recinto de jogo.
Boavista e Gondomar despromovidos
A Oliveirense, ao empatar em casa com o Gondomar, acabou por garantir a manutenção na Liga Sagres, atirando para a II Divisão o adversário desta tarde, o Gondomar.
Ao ser goleado no Estádio do Bessa pelo Covilhã por 1-4, o Boavista (que na época 2000/2001 sagrou-se campeão nacional de futebol) acaba despromovido à II Divisão nacional de futebol.
Resultados da 30ª e última jornada:
Feirense 1 - Santa Clara 0
Beira-Mar 2 - União de Leiria 3
Varzim 0 - Vizela 2
Boavista 1 - Sporting da Covilhã 4
Desportivo das Aves 1 - Estoril 2
Oliveirense 1 - Gondomar 1
Portimonense 1 - Freamunde 1
Olhanense 1 - Gil Vicente 0

O treinador do Santa Clara, Vítor Pereira disse:
“A força do dinheiro venceu a força do trabalho”
O treinador do Santa Clara, Vítor Pereira, disse que “a força do dinheiro venceu a força do trabalho”, comentando assim a derrota diante do Feirense (1-0), que lhe “roubou” a subida à Liga Sagres de futebol.
Interrogado sobre se o Feirense teria algo a ver com isso, Vítor Pereira sublinhou que o adversário esteve “motivado, muito motivado, até talvez muito melhor do que noutros jogos em casa, com um jogo agressivo, que a equipa não conseguiu contrariar”.“Houve muito dinheiro envolvido, mas desde há muitas jornadas que isso se vem verificando”, insistiu o técnico da formação insular, repetindo que a sua equipa não conseguiu “contrariar” esse factor.Apesar disso, Vítor Pereira assumiu que a equipa acusou a responsabilidade de lutar pela subida de divisão, numa decisão que foi adiada para o último jogo da temporada.“Não fizemos um jogo muito conseguido, porque tínhamos 90 minutos para decidir uma época e não é fácil lidar com isso”, realçou o técnico dos encarnados de Ponta Delgada, na sala de imprensa do Estádio Marcolino de Castro, em Santa Maria da Feira, logo após o final do encontro.Vítor Pereira disse-se orgulhoso “de um plantel que fez um trabalho excepcional, que merecia melhor sorte, mas Deus achou que não”, manifestando-se esperançado que “a hora do Santa Clara há-de chegar”.“Acredito no futuro, em gente nova, que tudo fez para honrar o clube e os açorianos”, afirmou o jovem técnico.
Acordo com “briosa” negadoVítor Pereira, recorde-se, tem mais dois anos de contrato com o Santa Clara. No final do encontro com o Feirense, o treinador dos encarnados de Ponta Delgada manifestou a sua vontade em cumprir o vínculo contratual com o clube açoriano. Desta forma, e ao mesmo tempo, Vítor Pereira negou que tenha assumido qualquer compromisso com a Académica de Coimbra, clube que já não conta com o treinador Domingos Paciência.
Tristeza pela falha na subida de divisão do Santa Clara

Adeptos reuniram-se na freguesia do Livramento para festejarem a subida. No entanto, tal não veio a acontecer porque os encarnados perderam. Mas, apesar da desilusão, vão continuar a apoiar a equipa. Sublinham que se desta não foi, na próxima temporada será.
Se houve lágrimas no Estádio Marcolino de Castro, no final do jogo Feirense -Santa Clara, em que os encarnados de Ponta Delgada perderam e não conseguiram o objectivo de subida à primeira Liga, também houve lágrimas na freguesia do Livramento, onde se concentrou uma grande parte dos elementos da claque do Santa Clara e simpatizantes do clube.Uma grande consternação foi visível quando o árbitro, Paulo Costa, deu por terminado o encontro em Santa Maria da Feira. No entanto, o sonhar, o querer e o acreditar que o Santa Clara vai regressar ao escalão máximo do futebol continua para a próxima época, tal como afirmou Carlos Lima, elemento da claque: “Red Boys On Fire”: “Vamos continuar a lutar. Não aconteceu esta época, há-de ser para a próxima. Temos que continuar a acreditar que lá chegamos”, disse, para frisar que o Santa Clara “está de parabéns, fez uma excelente época, mas claro que estamos todos tristes, penso que os Açores estão tristes, mas temos que nos unir para que na próxima época não tenhamos que esperar pela última jornada”, finalizou com alguma emoção na voz.Antes de toda esta tristeza, foram vários os adeptos, elementos da claque e simpatizantes do clube, que se mantiveram de pedra e cal no “Café do Oliveira” ou na rua, a ouvirem o relato do jogo, pois foram colocadas em alguns passeios colunas de som. A acompanhar não faltaram os cartazes e bandeiras, espalhados por vários pontos da zona da Igreja e, claro, os tambores, um apoio, embora longe, mas sentido.Cada minuto que passava era um tormento, cada segundo uma eternidade. Chegaram mesmo a vibrar e a festejar o golo de Wellington, mas logo depois perceberam que foi anulado. O encontro ia decorrendo, a esperança continuava, a animação continuava. Porém, quando faltavam poucos minutos para terminar o jogo, começou-se a perceber que as coisas estavam muito complicadas para o Santa Clara, e a tristeza começou a apoderar-se das pessoas e a desilusão também.No apito final confirmou-se o que não se queria: Santa Clara não subiu de divisão, numa época em que esteve sempre nos lugares de promoção e a um passo de lá chegar.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Festa do Senhor Santo Cristo em Toronto/Canadá


IGREJA DE SANTA MARIA EM TORONTO
Festa do Senhor Santo Cristo dos Milagres reúne milhares de fiéis em Toronto

A igreja de Santa Maria na Adelaide e Bathurst Street em Toronto esteve em festa no passado fim-de-semana com a realização dos festejos anuais em Honra do Senhor Santo Cristo dos Milagres que reuniu mais uma vez milhares de fíéis que se deslocaram aquela paróquia para prestarem homenagem ao ''Ecce Homo''.

O povo açoriano, em particular os micaelenses depositam nesta veneranda imagem milagrosa, toda a sua fé, que já vem de longe ao longo de três séculos e os nossos conterrâneos imigrantes trouxeram consigo no coração, e ainda hoje veneram no estrangeiro, ou seja se quiseram na segunda pátria de acolhimento que é o nosso país Canadá.
As promesas e pedidos ao filho de Deus cruzificado ao longo do ano, é sem dúvida nenhuma, a mostra da fé do nosso povo que tem nesta imagem, e é bem visivél no rosto de cada um que acredita no culto ao Senhor Santo Cristo, até mesmo muitos dos nossos filhos já nascidos neste país, recorrem ainda hoje com o pedido de promesas e orações pela ajuda do Senhor, em tempos dificeis das suas vidas em socorro e agonias da vida num pedido de milagre na maioria das vezes pelas melhores dum familiar que se encontra doente e precissa de ajuda divina.
Recordamos que esta imagem foi oferecida pelo falecido, Mariano do Rego e esposa há mais de trinta anos, onde aconteceu a primeira festa e ainda hoje se realiza a mesma na paróquia de Santa Maria em Toronto.

As cerimónias religiosas decorreram durante a semana, mas foi no sábado e domingo que os fiéis devotos do Senhor Santo Cristo ocorreram em força para assistiem à festa e pagarem suas promesas, uns levavam círios em agradecimento pelas graças recebidas, outros a fé e a esperança no Senhor dos milagres.
No sábado num dia chuvoso, nublado e frio, realizou-se no fim da tarde a Mudança da Imagem que precorreu em procissão em redor da Adelaide St. para a Bathurst St., ao som do Hino do S.S. Cristo tocado por várias filarmónicas onde recolheu e deu entrada na igreja seguindo-se a Missa Solene e sermão. Mais tarde ao cair da noite houve arraial com concerto pelas Bandas de Santa Inês e Santo Cristo de Toronto. No que diz respeito ao entertenimento actuaram os artistas locais, Marcelo Neves e Décio Gonçalves, mas o tempo desagradavél não ajudou, devido ao frio que se fazia sentir.

No domingo num dia de sol radiante e céu azul, o frio e o forte vento fresco do norte foi bastante desagradavél, mas eram 15 horas quando a majestosa procissão solene saíu pelas ruas de Toronto percorrendo giro habitual , incorporando os anjos, irmandades e comissão de festas, e cinco Bandas filarmónicas que foram: Lira Portuguesa de Brampton, Espírito Santo de London, Sagrado Coração de Jesus de Santa Helena, Nossa Senhora de Fátima de Santa Inês e Banda do Santo Cristo da paróquia de Santa Maria. Milhares de fiéis devotos em promesas também seguirem atrás da veneranda imagem do Senhor Santo Cristo dos Milagres no lindo andor enfeitado a perceito com lindas flores. Á chegada da procissão realizou-se a missa campal e sermão, seguindo depois numa pequena procissão o recolher da imagem para o coro baixo da igreja.

Após a recolha da procissão houve arraial pelas filarmónicas de London e Santa Helena.
Ao cair da noite os artistas comunitários Marcelo Neves e Tony Câmara actuaram na noite fria com apresentação a cargo do José Lima (O Carteiro), segundo o programa anunciado.
Neste mesmo domingo a festa Mãe decorreu na cidade de Ponta Delgada em São Miguel nos Açores como também aqui no Ontário, mais precissamente em Cambridge e nos Estados Unidos da América onde se encontrem a maioria de comunidades de açorianos.
Na segunda-feira foi o encerramento das festas com Missa de acção de graças por todos os devotos do Senhor Santo Cristo dos Milagres.
Texto e Fotos de: João G. Silva.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Liga de Honra/Vitalis: Santa Clara a três da subida


SANTA CLARA, 3 - OLIVEIRENSE, 1
Santa Clara vence mas festa da subida fica adiada
Os encarnados cumpriram ao vencer a Oliveirense, mas a subida de divisão só ficará decidida no próximo domingo.
O Santa Clara cumpriu ao vencer a Oliveirense por duas bolas a uma, em jogo da 29ª jornada da Liga Vitalis, mas adia a festa da subida de divisão para a última jornada em Santa Maria da Feira, pois a União de Leiria venceu o Feirense por 2-1.No entanto, a massa associativa invadiu o campo no final do encontro, iludida com o resultado da União de Leiria. Mesmo assim, continuaram a festa já depois de perceberam que afinal a festa da subida não era ainda, felicitando, todavia, a equipa encarnada de Ponta Delgada.Em relação ao jogo, a formação de Oliveira de Azeméis, que necessitava de ganhar para poder manter-se na Liga Vitalis - também remete a decisão para o próximo domingo - entrou a todo o gás e consegue inaugurar o marcador aos 10 minutos de jogo num livre de Vítor ao segundo poste. O contentamento da equipa de Pedro Miguel durou muito pouco, para dar lugar à festa dos adeptos da formação dos Açores, três minutos depois, após um livre directo de Nuno Santos. Mas os visitantes não acusaram o golo do empate uma vez que Laranjeira, em contra-ataque, remata forte para defesa de João Botelho. O público que se deslocou ao Estádio de São Miguel, voltou a vibrar, na passagem do minuto 20.Ruy Netto - que viria a sair aos 32 minutos por lesão -, cruza da direita e Rincón de cabeça faz o dois a um. As emoções ficam ao rubro no estádio, com o Santa Clara a ter o domínio do jogo e a impedir que a Oliveirense subisse no terreno.Aos 33 minutos, Hernâni Borges, recém entrado no jogo para o lugar de Ruy Netto, arranca em contra-ataque rápido e é derrubado na área por Laranjeira. O árbitro do jogo, Elmano Santos, apontou o castigo máximo, que viria a ser concretizado por Hernâni Borges. Na segunda parte, a jogar com mais calma, e seguro de si, o Santa Clara cria uma oportunidade para ampliar a vantagem, aos 52 minutos, por Nuno Santos. A Oliveirense viria a responder sem qualquer problema para João Botelho. Nova oportunidade aos 67 minutos, com Vouho a rematar forte, à figura de Tó Ferreira. Já quase no final do tempo regulamentar, Godinho, após um lance em que a bola vai ao poste, faz golo, que viria a ser anulado por fora de jogo do jogador da Oliveirense. O trio de arbitragem esteve regular.Com mais esta jornada realizada, o Santa Clara mantém-se na segunda posição da tabela com 52 pontos, a União de Leira está em terceiro lugar, a um ponto doSanta Clara. O Olhanense soma 55 e já assegurou a subida ao escalão principal do futebol português. No próximo domingo, Santa Clara desloca-se ao terreno do Feirense com o objectivo de” trazer” a subida para os Açores.
Susete Rodrigues *AO
Olhanense sagra-se campeão e regressa à Liga 35 anos depois

O Olhanense sagrou-se campeão da Liga de Honra e garantiu o regresso ao escalão máximo do futebol português 35 anos depois da última presença, graças a um triunfo no terreno do Gondomar, por 1-0.
Um golo do cabo-verdiano Toy permitiu aos algarvios festejar, na penúltima jornada da Liga de Honra, festejarem a subida, num encontro que terminaram com nove jogadores, por expulsões de Messi e Djalmir.
Em período de compensação, Jorge Costa também recebeu ordem de expulsão, mas o antigo internacional português acabou por festejar o seu primeiro título como treinador.
Os rivais do Olhanense cumpriram a obrigação e venceram, mas, na última ronda, Santa Clara e União de Leiria lutarão pela última vaga na Liga portuguesa, nos terrenos de Feirense e do Beira-Mar, respectivamente.
O Santa Clara manteve o ponto de avanço sobre os leirienses, depois de vencer em casa a "aflita" Oliveirense (3-1), que se colocou em vantagem aos 11 minutos, por Vítor, mas ainda na primeira parte os açorianos garantiram a vitória, com os golos de Nuno Santos (13), Rincon (19) e Hernâni Borges (35).
Em São Miguel, o encontro acabou com uma invasão de campo dos adeptos, que festejavam a subida, que acabou por não se concretizar, porque a União de Leiria derrotou o Feirense, por 2-1, com o golo do triunfo a surgir aos 85 minutos.
Na luta pela manutenção, o Boavista aproveitou da melhor forma as derrotar do Gondomar, que caiu para o último lugar, e da Oliveirense, e deixou a zona de despromoção, graças a um triunfo no terreno do Estoril-Praia, por 2-1.
À partida para a derradeira jornada, o Boavista tem mais um ponto que a Oliveirense e três que o Gondomar, bastando aos "azadrezados" vencer o Sporting da Covilhã para garantir a manutenção, enquanto os dois adversários se defrontam.
Contudo, uma derrota "atira" o Boavista para a II divisão, uma vez que os "axadrezados" têm desvantagem no confronto directo com Oliveirense e Gondomar.
Gil Vicente, Sporting da Covilhã, Desportivo das Aves, Beira-Mar, Portimonense e Vizela garantiram hoje matematicamente a manutenção.
Resultados finais da 29ª jornada
Santa Clara 3 - Oliveirense 1
Vizela 2 - Portimonense 2
Gil Vicente 1 - Desportivo das Aves 1
Estoril 1 - Boavista 2
Sporting da Covilhã 1 - Varzim 1
Gondomar 0 - Olhanense 1
Freamunde 1 - Beira-Mar 0
União de Leiria 2 - Feirense 1
Lusa/AO Online

Procissão do Senhor Santo Cristo em Ponta Delgada


Imagem do Senhor Santo Cristo dos Milagres "prende" o olhar e o íntimo dos fiéis
No ar paira o cheiro à verdura que cobre as ruas de Ponta Delgada e que traça o percurso da veneranda imagem pela cidade.
As colchas estão colocadas nas janelas e varandas... Há muito que as cadeiras desdobráveis e pequenos bancos preencheram os passeios do centro histórico... Colocam-se os olhos nos relógios, numa espécie de contagem decrescente para aquele que é, para muitos, o mais importante momento das festividades em honra do Senhor Santo Cristo dos Milagres: a procissão. Os sinos dão conta da hora pela qual milhares de pessoas aguardam. Ouvem-se os primeiros acordes do hino do Senhor e a emoção toma conta dos fiéis. Quem se encontra mais afastado do adro ainda se põe em bicos de pés. Só depois do rebentar dos foguetes é que a imagem começa a mostrar-se à multidão. Para muitos, as lágrimas são inevitáveis... Os olhares dos fiéis focam-se num único ponto. "Há qualquer coisa na imagem do Senhor que me deixa assim... Não sei explicar...", murmurava, emocionada, Ana Moniz, à medida que seguia com o olhar o distanciar do andor.
Também para a emigrante Germana Lima a emoção que diz sentir diante da imagem do "Ecce Homo" não tem explicação. "Sei apenas que sinto uma paz tão grande. É uma sensação de conforto e confiança, como se me sentisse mais amparada." Escassos metros mais atrás, vestida de negro, Conceição Medeiros... As pernas estão visivelmente inchadas e o seu caminhar é vagaroso... Apoiada no filho, explica-nos que tem problemas cardíacos e esteve muito doente... Diz ter tido a graça de recuperar e por isso, ainda que com muito custo, está apostada em "oferecer ao Senhor Santo Cristo" a sua caminhada."A minha maior alegria será no final da procissão poder passar diante do andor do Senhor Santo Cristo e agradecer-lhe, mais uma vez, por ter-me devolvido a saúde e dado forças para cumprir a minha promessa". Ainda que, para muitos, a procissão da mudança seja o momento escolhido para um acto de penitência, também no cortejo religioso de domingo os círios, o caminhar descalço e em oração se repete.
Para Nuno Pacheco, a procissão de domingo foi uma opção. Carregando um molho de círios, revela-nos o porquê da sua "oferta", ainda que com algumas reservas. "É o agradecimento por algo que cheguei a pensar que nunca fosse conseguir. Mas aconteceu e agora percebo que a vontade de Deus e o poder do Santo Cristo é muito grande". Entusiasmados mas sem a verdadeira noção do significado destas festas, alguns turistas tentavam perceber o que movia tão grande concentração de pessoas. "Pode explicar-me porquê estão tantas pessoas nas ruas?", perguntava um forasteiro oriundo da Polónia a um grupo de fotógrafos. A resposta foi dada mas com alguma reticência... É que explicar o que move milhares de pessoas em torno da veneranda imagem do Senhor Santo Cristo dos Milagres continua ser impossível de descrever com palavras. É algo que vem de dentro e que, por estes dias, transparece e inunda as ruas da cidade.
*Luisa Couto *AO - Fotos de : Osvaldo Viveiros

Angra e Vinha do Pico Património da Humanidade


National Geographic destaca Angra e vinha do Pico
A publicação de uma separata da revista National Geographic, na sua edição de Maio, dedicada às zonas classificadas de Angra do Heroísmo e da Vinha do Pico traduz "o reconhecimento da riqueza patrimonial e ambiental dos Açores" e o "trabalho que tem sido desenvolvido na Região para a sua preservação".
A opinião é do secretário regional da Economia, Vasco Cordeiro, e foi expressa em Angra do Heroísmo, numa sessão de apresentação pública do trabalho editado pela National Geographic. Na ocasião, o governante destacou ainda o contributo dado pela National Geographic para a promoção do arquipélago dos Açores no exterior, salientando que a classificação destas duas áreas como Património da Humanidade tem constituído um símbolo da Região no exterior e um motivo de orgulho para todos os açorianos. Para o secretário regional da Economia, "este trabalho reconhece não só o passado histórico destes locais, mas também as suas qualidades do presente e o trabalho que tem sido desenvolvido de forma a que se afirmem, cada vez mais, como uma referência para o futuro". A primeira referência ao arquipélago dos Açores na revista internacional National Geographic surgiu no ano de 1919 com a cobertura do primeiro voo transatlântico.
João Cordeiro 'AO

sábado, 16 de maio de 2009

Festas do Santo Cristo 2009 - Mudança da Imagem


Transmissão directa para a RTP-Açores da Mudança da Imagem do Senhor Santo Cristo dos Milagres em Ponta Delgada.
Esta transmissão inicia-se com o bater - à porta do carro - pelo Provedor da Irmandade, posteriormente terá lugar o cortejo da mudança da imagem do Convento da Esperança para o Santuário, passando em frente à guarda de honra, prestada por uma Companhia e Banda do Exercito, com salva de tiros por uma Corveta da Marinha e sobrevoo por duas Aeronaves da Força Aérea.
Durante a transmissão da Mudança da Imagem do Senhor Santo Cristo dos Milagres, a RTP-Açores contou com a colaboração e comentários de Nuno Gomes, a realização esteve a cargo de Emanuel Macedo.
A RTP-Internacional transmitiu esta Mudança da Imagem em diferido.
A fé no Senhor Santo Cristo que ultrapassa a dor e as fronteiras

Faltava ainda mais de uma hora e meia para a procissão da mudança da imagem do Senhor Santo Cristo dos Milagres, e Maria Inês já aguardava junto ao portão, acompanhada pela filha e com três grossos círios nas mãos.
"Não quero perder, por nada, a saída da imagem", justificava. Com ela outras dezenas de fiéis esperavam pela aparição da veneranda imagem o mais perto possível do Convento da Esperança. Com o aproximar das 16h30 deste sábado, as dezenas de crentes multiplicaram-se em centenas e, depois, em milhares, enchendo por completo o Campo de São Francisco e as artérias em redor. Uma manifestação de fé e devoção com uma expressão que não encontra descrição possível em palavras mas que os olhos dos fiéis deixam transparecer. Era o caso de Maria Odete Lima, vinda da Bermuda. "Não vejo a hora da imagem sair. Esperei vários anos para poder reviver este momento". E eis que o tocar do já tão conhecido hino do Senhor, juntamente com o rebentar de foguetes, anuncia o momento que um verdadeiro mar de enche aguarda. Começa-se por ver, ainda que ao longe, as cores das flores que ornamentam o majestoso andor do Senhor... A passos curtos, a imagem vai-se aproximando da multidão... Diante do olhar de resignado sofrimento do Senhor, começam a multiplicar-se as expressões de comoção... Entre lágrimas, passos, círios e oração inicia-se a caminhada em torno do Campo de São Francisco. Ninguém quer ficar para trás. Caminha-se lado a lado mas o olhar não se fixa no "irmão" que vai mesmo ali mas sim no íntimo de cada um... Muitas vezes caminha-se de olhar baixo a meditar na grandeza da devoção que move milhares e milhares de pessoas há mais de três séculos. Agradecem-se e pedem-se graças, numa expressão de fé que jamais se conseguirá explicar. A imagem repete-se todos os sábados logo pela manhã... Seja empunhando círios, caminhando de joelhos no chão empedrado do Campo ou simplesmente rezando o terço, sucedem-se os fiéis que dedicam esta parte do dia a agradecer as graças que dizem ter sido alcançadas por intermédio do Senhor Santo Cristo dos Milagres. Um quadro onde figura gente de todas as idades. Lúcia Sousa foi apenas uma das jovens que percorreu o Campo de joelhos. "Sei que muita gente não percebe mas esta é a forma que tenho de agradecer ao Senhor. As marcas que podem ficar nos joelhos não são nada comparadas com a dor de se saber que se pode perder um filho", justifica. Diante dela segue Ana Medeiros. Não percorre o Campo de joelhos mas carrega pesados círios. "São pelos anos que tive de adiar o pagamento da minha promessa". São apenas dois exemplos. Além das manifestações à vista de quem no Campo passou pela manhã ou durante o início da tarde, eram certamente muitas as preces, ainda que em silêncio, que davam graças ao Senhor Santo Cristo dos Milagres.
Luisa Couto*AO

Brampton - 19º Aniversário da Igreja de N.S. Fátima


Festa do 19º Aniversário da Igreja Portuguesa de Nossa Senhora de Fátima em Brampton
A Igreja Portuguesa de Nossa Senhora de Fátima na cidade de Brampton no Ontário, Canadá, celebrou este mês o seu 19º Aniversário da sua fundação.
As cerimónias de Dedicação à igreja de Nossa Senhora Fátima começou no dia 13 de Maio com o Tríduo, e terminou este sábado (16) com missa solena celebrada pelo Bispo D. Teodoro de Faria, vindo da ilha da Madeira, que se encontra entre nós no Canadá. No final da missa houve a procissão de velas em redor da igreja com a participação de centenas de fiéis que após o cortejo do Adeus a Maria nossa Mãe, foram convidados a desceram ao salão paroquial para festrejaram com um copo de água e participarem no encerramento dos festejos com o corte de bolo do aniversário, que foi dirigido pelo Pe. Manuel Quintal na companhia de alguns membros da comissão de festas da paróquia.
O Pe. Manuel agradeceu a presença de todos e dirigiu algumas palavras ao povo e re-lembrou o fundador da igreja, o micaelense Pe. Eduardo Manuel Pontes que foi o obreiro desta igreja que trabalhou e fez que esta paróquia portuguesa esteja hoje erguida na cidade de Brampton no Canadá.





Imagem de Fátima junta 100 mil em procissão em Lisboa
A procissão da imagem de Nossa Senhora de Fátima que decorreu ontem em Lisboa para comemorar os 50 anos do Cristo Rei, juntou 100 mil pessoas, segundo a Protecção Civil.Esta foi a quarta vez que a imagem de Nossa Senhora de Fátima visitou a cidade de Lisboa e a nona vez que deixou a Capelinha das Aparições. Muitos dos que acompanharam a procissão acenavam com lenços brancos, batiam palmas e lançavam pétalas de rosa. Durante a procissão, a Protecção Civil prestou assistência médica a 83 pessoas, duas das quais foram transportadas para o hospital.De acordo com a coordenadora da Protecção Civil, na origem dos casos estiveram “más disposições passageiras”, enquanto os casos encaminhados para o hospital resultaram de uma fractura num pé e de uma indisposição mais séria.
LUSA

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Papa na Terra Santa

Papa lembra que a Paz é Dom de Deus
Em Nazaré, Bento XVI cumpre mais uma etapa da sua visita à Terra Santa. Já hoje, dezenas de milhar de pessoas marcaram presença numa Celebração Eucarística, na qual o Papa apelou, de novo, ao diálogo entre as várias comunidades religiosas.
Seguiu-se um encontro com líderes religiosos da Galileia e a visita à gruta da Anunciação, onde o Papa se recolheu, em silêncio e de joelhos. Agora, Bento XVI encontra-se na Basílica da Anunciação, para a celebração das Vésperas.No encontro que, anteriormente, manteve com as diferentes comunidades religiosas, cristãos, muçulmanos, judeus, drusos e outros líderes religiosos acolheram o Papa e ouviram-no falar de Paz. Uma Paz duradoura, que não se alcança sem esforço humano, mas que é Dom de Deus.Bento XVI apelou, por isso, a uma cultura de paz, rejeitando o fanatismo e a violência: “Galileia, uma terra conhecida pela sua diversidade étnica e religiosa, é a pátria de um povo que bem conhece os esforços necessários para viver numa coexistência harmoniosa”.“As nossas diferentes tradições religiosas têm um forte potencial para promover uma cultura de paz, em especial, através do ensino e da pregação dos valores espirituais mais profundos da nossa comum humanidade. Os cristãos unem-se de bom grado aos judeus, aos muçulmanos, aos drusos e às pessoas de outras religiões no desejo de proteger as crianças contra o fanatismo e a violência, ao mesmo tempo que as preparam para serem construtores de um mundo melhor” – sublinhou o Santo Padre.No final deste encontro, o Rabino propôs um cântico, comum a todos, com a palavra Paz e o sucesso foi tanto, que o Papa e demais líderes religiosos se levantaram a deram as mãos, formando uma pequena roda à volta do palco.Este é o penúltimo dia da visita de Bento XVI à Terra Santa. Amanhã, o Papa despede-se de Israel, após uma visita ao Santo Sepulcro.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

A caminho do Santuário de Fátima


FÉ RENOVADA ANO APÓS ANO
Há quem diga que a Fé ajuda a ultrapassar todos os obstáculos. Se é verdade, ou não, é uma questão do foro íntimo de cada um. Todos os anos, milhares de pessoas no início do mês de Maio partem a pé em peregrinação para Fátima, para celebrar a "Aparição de Nª Senhora". Fenómeno de afirmação de Fé, leva todos os anos a pequena vila de Leiria a encher-se de peregrinos e turistas.
Fátima:
Peregrinos celebram 92 anos das aparições

Milhares de peregrinos estão em Fátima, para participar nas cerimónias no Santuário da Cova da Iria, onde serão assinalados os 92 anos da primeira aparição aos três videntes em 1917.
Numa época de crise económica à escala global, com o acentuar de problemas sociais, está a gerar alguma expectativa a mensagem que o presidente da Caritas Internacional, o cardeal hondurenho D. Óscar Maradiaga, deixará aos peregrinos. O Cardeal, num exclusivo Renascença, já veio sublinhar a actualidade da mensagem de Fátima. As cerimónias da peregrinação aniversaria de Maio têm início oficial às 18h30, na Capelinha das Aparições, com um momento de saudação aos fiéis que, nesse momento, estejam já no recinto do Santuário. Três horas depois terá lugar a recitação do terço, na Capelinha, seguida da tradicional Procissão de Velas - um dos momentos mais tocantes para os peregrinos, conjuntamente com a Procissão do Adeus, no dia 13 - e da eucaristia. Uma vigília durante a madrugada antecederá as cerimónias de quarta-feira, que se iniciam com o rosário, na Capelinha das Aparições, às 09h00, seguindo-se, uma hora depois, a procissão para o altar, eucaristia, bênção dos doentes, consagração e adeus.
Todo o mundo representado
Cento e dez grupos organizados de peregrinos, oriundos de mais de vinte países, estão inscritos nos Serviços do Santuário de Fátima para as cerimónias da peregrinação de hoje e quarta-feira à Cova da Iria.
Segundo o Serviço de Peregrinos do Santuário de Fátima, estão inscritos grupos da Alemanha, Austrália, Bélgica, Cabo Verde, Coreia do Sul, Costa do Marfim, Espanha, Estados Unidos da América, Filipinas, França, Holanda, Hungria, Índia, Irlanda, Itália, Polónia, Reino Unido, República Democrática do Congo, Roménia, Singapura, Suíça e Venezuela.

Novo jornal em Portugal "i"


"I" SERÁ QUE VAI RESULTAR?
Numa altura de crise, em que, por todo o mundo, vários jornais foram obrigados a fechar, em Portugal nasceu no dia 7 de Maio mais um jornal, o I.

Diálogo entre as religiões monoteístas


CRISE E RELIGIÃO
O presidente da Comissão Europeia foi o anfitrião de um encontro destinado a promover o diálogo entre as religiões monoteístas. O Congresso Mundial Judaico boicotou a iniciativa, escusando-se a partilhar a mesa com vozes ditas anti-semitas. Durão Barroso condenou a posição: "Os tempos são de união e não de isolamento".

Bento XVI está de visita à Cijordânia


PAPA DEFENDE ESTADO PALESTINIANO
Bento XVI está de visita à Cijordânia onde rezará missa na Igreja da Natividade, em Belém, local de nascimento de Jesus Cristo. Ao Presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas, Bento XVI garantiu "Senhor presidente: a Santa Sé respeita o direito o seu povo em ter um território sobernado palestiniano na terra dos seus ancestrais, que seja seguro e vivendo em paz com os seus vizinhos e dentro de fronteiras reconhecidas internacionalmente".
O QUE TERÁ PEDIDO?
O Papa Bento XVI visitou o Muro das Lamentações, o local mais sagrado dos judeus, onde rezou durante alguns minutos.

Ciclismo colorido!


Que ‘Giro’... o céu tricolor!

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Liga Vitalis: Santa Clara perde em Olhão

LIGA DE HONRA / VITALIS:
OLHANENSE, 1 - SANTA CLARA, 0
Sonho de subir à Liga Sagres mantém-se
O Santa Clara perdeu em Olhão, por uma bola a zero, num lance de grande penalidade que deixa muitas dúvidas. A derrota não deixa com que os encarnados deixem de sonhar com a subida.
O Santa Clara perdeu em Olhão, por uma bola a zero, num lance de grande penalidade que deixa muitas dúvidas se realmente aconteceu. Ao minuto 81, João Botelho – que regressou à baliza dos encarnados – sai para cortar o lance de Djalmir que depois cai na aérea.
Pedro Proença não teve dúvidas e assinalou o castigo máximo que segundo as imagens televisivas da Sport TV1, deixa muito a desejar se tomou a decisão acertada. O certo é que a grande penalidade foi assinalada e apesar de João Botelho ter adivinhado para que lado ia a bola não conseguiu defender.
Uma grande penalidade foi ainda reclamada pelo Olhanense, na primeira parte, num lance entre Djalmir e João Dias.
Com este resultado, o Santa Clara continua na segunda posição com 49 pontos e mantém o sonho de subir de divisão, tendo porém, à perna a União de Leiria, que ontem foi perder ao terreno do Oliveirense (2-1) e ocupa a terceira posição, com 48 pontos, menos um que os encarnados de Ponta Delgada.
Nas duas últimas jornadas, o grupo de trabalho de Vítor Pereira, não pode cometer mais erros por forma a que consiga subir à Liga e não ter que depender de terceiros.
No que diz respeito ao jogo, a festa começou em Olhão, num estádio que contou com cerca de 8.000 pessoas. Um número de adeptos pouco habitual em jogos da Liga Vitalis, mas que mostra que este campeonato é tão competitivo – ou mais – do que a Liga Sagres.
No Algarve as expectativas são muitas, mas também falta dois jogos ao Olhanense e, como referiu Vítor Pereira: "Vamos ter campeonato até ao fim".
O técnico do Santa Clara acabou por surpreender ao apresentar algumas alterações no onze inicial, em relação ao último jogo, a começar pela baliza (João Botelho), seguindo-se Wellington, Rui Ferreira, Hernâni Borges; regressou depois de castigo Hernâni Tomás. O técnico da formação dos Açores deixou de fora o guardião Alemão, André Pinto, Oliveira, Rincón e Danilo.
O encontro nem sempre foi bem jogado, até porque nesta recta final será difícil a qualquer equipa que esteja na posição de subida proporcionar grandes exibições e ambas apresentaram um jogo cauteloso, onde tentaram, com sucesso, anular as jogadas uma da outra, com um início em que estiveram a estudar-se mutuamente, dai as oportunidades terem sido poucas.
O primeiro remate surge por Hernâni Borges, num livre. Olhanense responde quatro minutos depois, por Rui Duarte num remate perigoso. Na segunda parte as equipas mantiveram o mesmo cenário, com o Santa Clara a incumbir-se do jogo e levando perigo num cabeceamento de Hernâni Borges e depois num livre de Oliveira. Aos 75 minutos, o Olhanense viria a ficar reduzido a 10 elementos, com a expulsão de Bruno Mestre, devido a acumulação de amarelos.
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