terça-feira, 19 de setembro de 2017

Vitalização Literária do Jardim Antero de Quental em PDL

Projeto literário valoriza Jardim Antero de Quental
O Vice-Presidente da Câmara Municipal, Fernando Marques Fernandes, defendeu que o projeto de Vitalização Literária do Jardim Antero de Quental vem afirmar Ponta Delgada na “disponibilização de elementos culturais em espaços de lazer”.
O responsável falava na inauguração do projeto, que consiste na homenagem dos escritores e da literatura de inspiração açoriana, ao mesmo tempo que homenageia o patrono do jardim, Antero de Quental, e outras duas figuras da literatura de projeção nacional, como são Natália Correia e Vitorino Nemésio, cuja importância é sublinhada naquele espaço de lazer, com a instalação de três imagens de grande porte a representarem cada um dos referidos escritores.
O projeto, de iniciativa conjunta da Câmara Municipal de Ponta Delgada (responsável pela logística) e da Publiçor – Letras Lavadas inclui elementos decorativos e pedagógicos no jardim – o caso das já referidas imagens, a que se juntam dois livros de árvore (colocados de modo a serem lidos no suporte das árvores, mas sem colocar em causa os respetivos troncos) e três livros em formato tora ou pergaminho.
O Vice-Presidente destacou que “não há realização sem ideias”, aludindo à “criatividade” da conceção dos elementos decorativos concebidos da equipa criativa da Nova Gráfica/Publiçor, liderada por Luís Rego e Jaime Serra, bem como à abrangência do público pelos mesmo, “sem perder de vista a população local e quem nos visita, uma vez que os livros estão disponibilizados no jardim em edição bilingue, Português/Inglês, exceção para o livro “Sonetos”, de Antero de Quental, que pode ser lido no local em seis línguas.
Segundo Fernando Marques Fernandes, os novos elementos do Jardim Antero de Quental “permitem que o espaço seja hoje de fruição acrescida, de cultura e de exaltação da identidade e das raízes açorianas”, lembrando, também, outros projetos de leitura em curso como a Microbiblioteca, no centro da cidade, e o programa sazonal “Verão a Ler”, que leva os livros às zonas balneares e outros espaços de lazer de Ponta Delgada.
Com o projeto de Vitalização Literária do Jardim Antero de Quental, o visitante pode ler os seguintes livros: Em formato de tora, “O Imaginário dos Escritores Açorianos”, de Vamberto Freitas, “Perguntas & Respostas sobre a História dos Açores”, de Luís Mendonça, e “Um Lugar Chamado Açores”, de Alexandra Castela e de Elsa Gouveia; Em suporte de árvore podem ser lidos “O Barco e O Sonho”, de Manuel Ferreira, e o livro “Sonetos”, de Antero de Quental.
Na inauguração do projeto foram distribuídos vários exemplares do livro prémio “Augustina Bessa-Luís” de 2009, “Sem Fim à Vista – A Viagem”, de Raquel Ochoa, com ilustrações de Urbano, um romance sobre um açoriano, que vai ser traduzido em ingles.
CMPD/MN

Acordo Económico e Comercial Global entre a UE e o Canadá

Lara Martinho apela ao Governo que ajude as empresas a tirar partido do CETA
A deputada socialista dos Açores Lara Martinho sublinhou esta tarde, na Assembleia da República, que ao ratificar o Acordo Económico e Comercial Global entre a União Europeia e o Canadá (CETA, acrónimo em inglês), “Portugal reitera a sua vocação de país moderno e aberto ao mundo e envia um sinal contrário às tendências protecionistas e isolacionistas que têm ganho fôlego nos últimos tempos”.
Para a deputada, que falava no âmbito da discussão da proposta de resolução do Governo para a aprovação do CETA e dos projetos de rejeição do mesmo pelo PEV, PCP, BE e PAN, “a ratificação deste acordo demonstra que é possível prosseguir a defesa do interesse estratégico nacional num mundo aberto e globalizado”.
Lara Martinho não tem dúvidas de “se está a um pequeno passo de se abrir um leque de novas oportunidades para as empresas, já com a entrada em vigor provisória do CETA no próximo dia 21 de setembro” e que é com “uma visão aberta do Mundo”, e assente em pequenos passos como a ratificação do CETA, que se está a construir um Portugal melhor”. E isso já se vê “na taxa de desemprego mais baixa dos últimos oito anos, nas exportações a crescer três vezes mais que no final de 2015, com a economia a crescer mais do que na zona euro e na União Europeia”. Mas não só. Também “com a saída da classificação de lixo na notação da dívida portuguesa, com melhores condições no acesso ao financiamento pelo sistema financeiro e pelas empresas portuguesas”, exemplificou.
A deputada insular destacou ainda as cinco grandes potencialidades do acordo: A eliminação de 99% dos direitos aduaneiros sobre bens e de barreiras não pautais; a equidade na proteção de direitos de propriedade intelectual; a liberalização dos serviços e do investimento, a criação de um novo instrumento de resolução de conflitos de investimento e o compromisso quanto ao comércio e desenvolvimento sustentável, nomeadamente acordos e padrões internacionais na área do trabalho.
“Com o CETA perspetiva-se um incremento das relações comerciais e de investimento, sobretudo tendo em conta a eliminação das taxas alfandegárias em segmentos industriais tradicionais na nossa economia e com potencial de exportação para o Canadá”, afirmou, dando com exemplo o caso dos têxteis-lar e do calçado, mobiliário e cerâmica, e produtos agrícolas. “É também de salientar o aumento da quota alocada à importação de queijos da Europa para o Canadá, o que poderá facilitar o aumento das exportações nacionais deste produto para aquele país”, frisou, apelando ao Governo a dar continuidade ao diálogo e apoio às empresas, em particular nestes sectores de maior potencial de exportação, para que estas conheçam e saibam tirar o maior partido das vantagens do mercado canadiano.
PS/MN

Berto Messias afirmou na ilha Terceira

Governo dos Açores promove discussão pública alargada para definir novo regime de enquadramento das políticas de juventude
O Secretário Regional Adjunto da Presidência para os Assuntos Parlamentares anunciou hoje, na Terceira, que o Governo dos Açores vai promover “um processo de discussão pública o mais alargado possível para a definição do novo regime que enquadra as políticas de juventude”.
“O Decreto Legislativo Regional que enquadra esse regime está em vigor há quase 10 anos. É, por isso, tempo de construirmos um novo documento que materialize as nossas prioridades para os próximos 10 anos, tendo em conta também todas as transformações económicas, sociais, tecnológicas e digitais que têm acontecido, com impacto relevante na vida dos jovens Açorianos”, afirmou Berto Messias, em declarações no final de uma visita à ICHTUS – Associação de Juventude do Porto Judeu.
O Secretário Regional com a tutela da juventude salientou que, “de acordo com o conceito enquadrador desta questão e tendo em conta a perspetiva de médio prazo que queremos materializar, é fundamental que, na base deste novo regime, esteja um amplo processo de debate público, com uma participação ativa e intensa das associações juvenis dos Açores, de todos os organismos e instituições que tenham como área de intervenção a juventude e os jovens Açorianos”.
“Questões como a formação, os modelos de organização juvenil, a informação juvenil, a participação cívica, a coresponsabilização nas decisões públicas, o voluntariado, a mobilidade, o apoio ao associativismo e a empregabilidade são matérias que serão abordadas, tendo por base a pergunta: onde queremos estar e que Região queremos daqui a 10 anos?”, sublinhou Berto Messias.
O Secretário Regional saudou a ICHTUS, uma associação de juventude local que se apresenta “com um espírito comunitário muito intenso e evidente”, considerando que se trata de um “tipo de exemplo que temos de valorizar e apoiar, reforçando a participação e o comprometimento dos jovens no desenvolvimento das suas localidades”.
“Quanto maior for esse comprometimento ao nível local, maior será a participação cívica ao nível global”, afirmou Berto Messias.
GaCS/TM/MN

Apoio à tripolaridade da Universidade dos Açores

Apoio do Governo dos Açores à tripolaridade da Universidade ultrapassa 5,5 milhões de euros
O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia afirmou hoje, em Ponta Delgada, que o Executivo pretende contribuir para a "consolidação” da estrutura tripolar da Universidade dos Açores, defendendo que se traduz “numa maior diversidade de infraestruturas de apoio às atividades de ensino e de investigação e numa maior e melhor interação com o tecido social e económico”.
Gui Menezes salientou que a tripolaridade poderá contribuir para “o aumento de estudantes açorianos a serem formados na Região”, referindo que, desde 2004, o Governo dos Açores tem vindo a "assegurar o financiamento complementar” desta despesa da Universidade dos Açores, num montante total superior a 5,5 milhões de euros.
O Secretário Regional, que falava na cerimónia de assinatura do contrato-programa de apoio à tripolaridade da Universidade dos Açores, no valor de 350 mil euros, defendeu que esta verba pretende “contribuir para uma investigação científica e um ensino de qualidade nos polos de Ponta Delgada, de Angra do Heroísmo e da Horta”.
Gui Menezes frisou, no entanto, que o apoio do Governo dos Açores à Universidade “não se esgota no apoio ao funcionamento tripolar”, salientando a “colaboração” entre as duas instituições “ao longo do tempo”.
Nesse sentido, destacou a cedência de terrenos e de imóveis do património regional, bem como o cofinanciamento de várias infraestruturas, nomeadamente da Biblioteca da Universidade, em Ponta Delgada, das novas instalações da Universidade no Faial e das instalações dos serviços de Ação Social, em Angra do Heroísmo.
Gui Menezes lembrou ainda a criação de programas específicos de apoio financeiro ao desenvolvimento científico e tecnológico, destacando-se o PRO-SCIENTIA, em vigor desde 2012, cujo “principal e quase único beneficiário é a Universidade dos Açores”, bem como os concursos para apoio a projetos de investigação científica, os apoios ao funcionamento dos centros de investigação e as bolsas de formação avançada.
Na sua intervenção, o Secretário Regional destacou também o papel da Universidade dos Açores “enquanto parceiro importante” do Executivo no que respeita à definição de políticas regionais, através de estudos que “servem de suporte científico a algumas decisões governamentais em várias áreas, como é o caso das pescas”.
A título de exemplo, apontou os protocolos celebrados entre o Governo Regional e o IMAR para a realização de diversos projetos na área da investigação e da monitorização dos recursos marinhos, que envolveram, desde 2012 até 2017, transferências do orçamento regional de cerca de 3,3 milhões de euros.
O titular da pasta da Ciência garantiu ainda que o Governo dos Açores “continuará a apoiar sempre que possa” a Universidade, considerando o seu papel enquanto “casa do conhecimento dentro e fora dos Açores” e o seu contributo para a "elevação do nível científico, educativo, cultural e social, através da sua ação de ensino, de investigação e de promoção cultural e científica”.
GaCS/GM

Açores em relação à política de coesão da Comissão Europeia

Envolvimento da sociedade açoriana “legitima" posição da Região na Política de Coesão, afirma Rui Bettencourt
O Secretário Regional Adjunto da Presidência para as Relações Externas afirmou, em Ponta Delgada, que o processo de envolvimento da sociedade açoriana na definição do período posterior a 2020 está a ser “muito rico” e “legitimará” a posição dos Açores em relação à política de coesão da Comissão Europeia.
Rui Bettencourt, que falava numa oficina de prospetiva realizada no âmbito deste processo que está a ser desenvolvido pelo Governo dos Açores, salientou que a iniciativa pretende “ouvir e fazer uma reflexão” por vários elementos da sociedade açoriana, de uma forma “muito aberta, muito livre e sem limites”, sobre os fatores que contam para a política de coesão comunitária nos Açores a partir do ano 2020.
O governante salientou que se trata de pequenos grupos de trabalho, com 10 a 12 pessoas “provenientes do mundo político, social e económico dos Açores”, nomeadamente dos parceiros sociais, da economia, da universidade, do ensino profissional e dos partidos políticos, por forma a obter “uma visão muito alargada, muito coesa e muito articulada entre os vários fatores”.
O Secretário Regional lançou um desafio aos participantes nesta oficina para refletirem sobre os fatores chave em que deve assentar uma política de coesão, elaborando uma lista através da técnica de 'brainstorming', para depois ser cruzada a sua importância e encontrada a sua influência para elaborar um 'ranking' desses fatores e um documento final, que deverá estar concluído no início de 2018.
Para Rui Bettencourt, este é um processo “longo, difícil, mas apaixonante” porque pode “entusiasmar a sociedade civil açoriana”.
Nesse sentido, destacou o facto de ter sido criada uma caixa de correio eletrónico (pos2020@azores.gov.pt) onde os Açorianos podem deixar as suas opiniões, “o que pode facilitar a participação de todos neste processo”.
A oficina hoje realizada é a segunda de um conjunto de três, que reúne parceiros sociais, partidos políticos e a sociedade civil organizada, no âmbito do processo de envolvimento da sociedade açoriana na definição do futuro da política de coesão pós 2020. 
Este processo está estruturado em três eixos, nomeadamente a realização de três conferências, duas das quais já realizadas, sobre a situação regional e nacional, e uma terceira, em novembro, sobre a situação comunitária e a posição dos Açores, além de três oficinas de prospetiva e de uma análise prospetiva e estratégica que avaliará o impacto de cada um dos fatores encontrados na fase anterior para encontrar o melhor posicionamento estratégico para cada um deles por parte da Região.
GaCS/SN/MN                        

19 mil árvores de diferentes espécies para a ilha da Madeira

Governo dos Açores envia 19 mil árvores para o arquipélago da Madeira
A Secretaria Regional da Agricultura e Florestas vai enviar até ao final do ano 19 mil árvores de diferentes espécies florestais para a Região Autónoma da Madeira para rearborizar áreas devastadas pelos fogos ocorridos em 2016.
“Até ao final do ano vamos enviar para a Região Autónoma da Madeira 19 mil árvores de diferentes espécies”, anunciou hoje a Diretora Regional dos Recursos Florestais, adiantando que serão enviadas espécies como carvalhos, nogueiras e liquidâmbares para rearborizar áreas florestais afetadas pelos incêndios.
Anabela Isidoro salientou que as árvores vão chegar à Madeira por via marítima em novembro, por ser “a época correta para fazer plantações”.
“É um gesto solidário, de cooperação. Queremos ajudar o nosso arquipélago vizinho a regenerar as áreas florestais que foram devastadas por incêndios”, frisou.
Anabela Isidoro adiantou ainda que chega hoje a São Miguel um técnico do Instituto das Florestas e Conservação da Natureza da Madeira para uma visita que visa a troca de experiências e conhecimentos sobre técnicas e equipamentos utilizados nos Açores, por exemplo para a produção de plantas endémicas.
Esta deslocação surge no âmbito do protocolo de cooperação entre os Açores e a Madeira estabelecido em fevereiro de 2016.
A visita de trabalho, que termina a 22 de setembro, pretende também mostrar como é que os serviços da Direção Regional dos Recursos Florestais combatem as principais infestantes que surgem nas áreas florestais açorianas.
O técnico madeirense vai também conhecer os viveiros florestais das Furnas e do Nordeste, os ensaios do programa de melhoramento florestal no Labaçal, na Povoação, bem como os pomares produtores de semente de 'Prunnus azorica' (Ginja do mato) e 'Juniperus brevifolia' (Cedro do mato), no Cerrado dos Bezerros e na Mata dos Cachaços, respetivamente.
O programa inclui ainda visitas às áreas dos perímetros florestais da Achada e da Algarvia, recentemente arborizadas e com gestão florestal certificada pelo FSC (Forest Stewardship Council), onde foram realizadas operações específicas no combate às principais infestantes nestes povoamentos florestais. 
O Governo dos Açores iniciou em 2014 a gestão ativa das áreas florestais que tem sob sua responsabilidade, através da seleção de áreas para corte e da definição de um conjunto de operações e normativos a atender na sua exploração.
O concelho do Nordeste, onde se encontra uma das maiores manchas florestais do arquipélago sob gestão do Governo Regional, tem sido um 'macro' laboratório no que se refere à gestão florestal sustentável, tendo sido a primeira área pública no país a obter a certificação da sua gestão pelo sistema do FSC.
GaCS/RM/MN

XX Assembleia Geral do Conselho Mundial das Casas dos Açores em Toronto no Canadá

Juventude assume papel prioritário na diáspora, afirma Diretor Regional das Comunidades, Paulo Teves
O Diretor Regional das Comunidades defendeu, em Toronto, no Canadá, a importância do papel da juventude, considerando que é "o único garante da continuidade do trabalho e do esforço" desenvolvido pelas Casas dos Açores.
Paulo Teves, que falava sábado no encerramento da XX Assembleia Geral do Conselho Mundial das Casas dos Açores (CMCA), frisou que deve existir recetividade para auscultar os desejos e a visão dos jovens, promovendo novas atividades, em novos espaços e em contextos diversificados.
“O Governo dos Açores fará a sua parte em promover cursos sobre a realidade atual do arquipélago” afirmou Paulo Teves, que apontou como exemplo o curso para jovens da diáspora que se realizou este ano no arquipélago dirigido a jovens dos Estados Unidos da América, adiantando que “no próximo ano será com jovens do Canadá”.
Na sua intervenção, o Diretor Regional apontou ainda como prioridades "a capacidade de sair do espaço comunitário”, para uma melhor e maior divulgação da riqueza existente, assim como o trabalho para uma “maior promoção dos Açores”, conciliando as potencialidades do arquipélago com os sistemas de incentivos existentes, de forma a “despertar o interesse económico” dos empresários.
Paulo Teves salientou que a organização de sessões de esclarecimento sobre diversas áreas de negócio, a sinalização de eventos de relevante interesse e o estabelecimento de ligações entre empresários de ambos os lados do Atlântico são alguns exemplos de iniciativas que as Casas dos Açores podem promover e com as quais podem colaborar.
“Este é, efetivamente, um papel que podem ocupar neste processo de desenvolvimento da Região Autónoma dos Açores”, afirmou Paulo Teves.
O Diretor Regional frisou ainda que o compromisso que o Governo dos Açores assume no âmbito do relacionamento com as Casas dos Açores é o de corresponder com “uma agenda única” que abranja diversos setores e públicos distintos, num processo em que a diáspora é "ator fundamental” e as Casas dos Açores “pilares essenciais” que contribuirão para o sucesso das metas que se propõem atingir.
Paulo Teves reafirmou ainda o compromisso do Governo dos Açores para que as comunidades sejam “integradas, reconhecidas, fortes e dinâmicas nos diversos relacionamentos”, de forma a que haja “mais Açores no mundo e mais comunidades nos Açores”.
Nesta cerimónia, o Diretor Regional felicitou Conceição Casimiro, Susan Amaral e o sindicato Local 183, que foram distinguidos com a Medalha de Mérito do CMCA, bem como a Federação Agrícola dos Açores, na pessoa do seu presidente, Jorge Rita, que recebeu a distinção de 'Produto Açoriano de Qualidade' atribuído à 'Carne dos Açores', além de todos os participantes e todos os que tornaram possível a realização de mais um Conselho Mundial.
A próxima reunião do Conselho Mundial das Casas dos Açores será realizada no Rio Grande do Sul, no Brasil, por decisão desta Assembleia Geral.
GaCS/SN/MN